Encontrou certa manhã um velho de barba malfeita no supermercado, e o velho lhe disse:
“não temais o nascer do sol aquele que contempla atento a noite, virá do mar o laranja e o púrpura como dele adveio antes o azul”.
Seguiu então para o corredor de queijos e vinhos e buscou na terceira estante uma garrafa fina. No rotulo, escrito em ocre, “que assim seja”.
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